terça-feira, 26 de outubro de 2010

Só um pouquinho.

Como tudo deve ser - CBJR

Eu não preciso de promessas e acho que você também,
Eu não tento ser perfeito e acho que você também.
Dias e noites, pensando no que fiz,
Eu sou um vencedor, eu lutei pelo o que eu quis,
Mas quando não se pode mais mudar tanta coisa errada,
Vamos viver nossos sonhos, temos tão pouco tempo.

Foi quando te encontrei, ouvindo o som e olhando o mar,
Foi quando te encontrei, ouvindo o som do mar rolar...

E por pensar em mudar...

Pois é, Terça - Feira, 26 de Outubro desse ano e eu aqui, LOUCA. Eu tenho necessidade de mudança constante. Estou morrendo de saudade da minha mãe, da minha irmã, do meu irmão, daquela cidade, de tudo ... Eu já nem sei mais se quero mesmo continuar nessa ideia de faculdade, estou sem o menor ânimo, e nem pensamentos pra isso. Logo depois de postar sobre meu avô, ele ficou mal, e ainda está muito mal lá no hospital, isso não me corroi de uma hora para outra, eu aguento por mim e por meu pai, e pelo vovô. Estou me decepcionando tanto, mas tanto, que esse é o motivo do meu desânimo, quero apenas ficar bem, não importa como. Quantas pessoas vivem maravilhosamente sem terem feito faculdade aos 17 anos, eu não serei única e nem a última e como eu já nem sei se quero, sinto que não estou preparada, mas caso ocorra, caso eu passe, vou fazer, quem sabe minha empolgação, vontade e ânimo voltem.
Eu só quero ficar à vontade, relaxada, quieta, em silêncio. Ter amor ao que preciso ter e continuar amando o que já amo. Mas é mentira a história de que o tempo cura a saudade pela distância. PURA MENTIRA.

sábado, 16 de outubro de 2010

A minha Lua



A lua está perfeita, eu não sei o porquê mas quando eu olho pra lua, seja ela crescente, minguante, cheia ou nova, eu viajo, eu me sinto bem, como uma brisa, e sem vem com a brisa, me faz voar. Hoje ela está ali, à altura da janela, no quarto crescente, linda, amarelada ou alaranjada, olhando pra mim, e enfeitando essa paisagem escura. É a minha lua.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Um pouco de café

Sexta-feira, fim de tarde, casa do vovô. Eu gosto tanto dessa casa, ela me traz lembranças, muitas lembranças. Sinto que daqui a um tempo vou sentir falta daqui. Passava quase todos os fins de semana da minha infância aqui com o vovô, com a Lili, a plaquinha na porta " Na casa do vovô sempre tem 1 real ! ", as musiquinhas " Ei, vovô Waldyr, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí ! ", tudo eu vou sentir muita falta.
Quer um pouco de café? Amo café de coador. Por que a saudade tem que me tomar, é tão ruim, sentir saudade, ou pensar que daqui a um tempo você vai sentir saudades, é horrível, mas se é assim que tem que ser, não tenho o direito de me lamentar, as coisas são assim, não é verdade ? Mas enfim...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Assim

É esse o tempo que eu gosto. É assim que eu gosto do clima num final de semana, começo de tempo frio, ventania, chuvinha, friozinho, ventinhozinho. Tudo muito "inho" e meus pensamentos todos muito "ão". Tudo fluindo, minha vontade de estudar, de crescer, de ser, de ser eterna e terna, de passar despercebida e de ser aplaudida, adoro essa sensação de poder, não acima de ninguém, claro que não, mas acima das sensações ruins que pairam sobre mim em todos os outros dias.
Aquela saudade que me consumia e que me impedia do melhor já não existe absoluta dentro de mim, só um pedacinho dela já está sendo suficiente pra não me fazer esquecer de todos os momentos bons que me fizeram passar daqui pra trás. As tardes, as noites, as pessoas, já me trouxeram momentos que amenizaram essa saudade e hoje, adoro essa solidão passageira, essa solidão de que eu preciso pra pensar só em mim, essa parte do dia em que fico sozinha pra pôr as coisas em ordem, essa também que me fazem analisar cada minuto que passei e cada um que me foi especial e inesquecível nem que seja por um segundo.
Amo a sensação de ter todo mundo, de ter momentos com todo mundo. Não é todo O mundo, porque eu não preciso de muito. O meu pouco "todo mundo" é suficiente pra me ajudar a ser quem sou e como sou. Amo pintar a unha de vermelho, me sentir cheirosa, me sentir simples e mesmo assim sem deixar de não me reconhecer em fotos. Eu me analiso em cada parte, célula por célula e vejo que não tenho o direito de me repreender ou de me julgar, até mesmo de me culpar por alguma coisa, se sou assim, foi porque em 17 anos, me transformei assim, não foram em 17 minutos ou dias, foram em anos, que me renderam a vida inteira e que hoje, me fez disposta a enfrentar mais 17, 34, 51, 68, enfim, mais todos os anos da minha vida, pra torná-la completa e perfeitamente vivida. Sou eu assim hoje.

domingo, 19 de setembro de 2010

Sempre Pensando

Final do ano, provas para Universidades, namorado lindo da minha vida, coisas vindo contra e a meu favor... Depois de 10 anos vou morar com o Badê de novo. Mas poxa, sempre disse que quando fizesse 18 anos moraria sozinha e é um sonho que vem de muito tempo. Muito mesmo. Morar sozinha, viver na minha solidão que vem às vezes, deixar minha bagunça organizada até a hora que eu quiser, deixar todas as luzes apagadas, ver a televisão em volume baixo, mudar a decoração todos os dias, reciclar meu lixo, não gastar tanto lixo, acender minhas velas, ter milhões de castiçais, ter uma parede de cada cor, ter o chão branco, ter mania de limpeza, voltar da praia e sujar tudo de areia, aumentar o som além do limite, fazer parte da política da boa vizinhança, ou não, estudar na paz do meu silêncio, dormir na paz do meu silêncio, cozinhar na paz do meu silêncio e viver assim todos os dias até que venha a mudança. Expôr meus textos todos os dias e não todo mês, querer que todos leiam, não é preciso compreender, apenas que leiam. Quero que meus textos ultrapassem as barreiras dos meus pensamentos, que evoluam, que saiam da minha mente, que saiam da vontade, que criem asas, que voem por entre o pensamento de outros, que deles saiam novos, em mim e em quem quer que seja. Quero poder transformar essas e todas as outras palavras e frases formadas em atitudes, em todas aquelas que eu tenho vontade, a maior vontade. Eu quero isso, eu quero muito disso, tudo disso, mais que isso.

domingo, 22 de agosto de 2010

GR.

Quando eu estiver triste, ou com os olhos cheios d'água, ou vermelha e quente, saiba que é raiva. Raiva de gente fofoqueira que não há como evitar o convívio, raiva da distância que sou obrigada a suportar por ter que dar finalidade à vida estudantil, mais raiva de gente fofoqueira, e mais raiva e mais raiva e mais raiva e mais raiva e mais raiva. ODEIO que fale de gente que não me importo. PRA QUE ? PRA QUE? PRA QUE? me diz... Me fala de coisas boas, fale da lua que está clareando toda a noite, fale do pôr-do-sol que afeminou todo o céu azul, me fala de coisas que prestam, que realmente me interessam. Ou simplesmente fique calado.
E quando eu estiver triste novamente, não fique irritado comigo, não deixe de me abraçar. Me entenda e me compreenda. Enfie na sua cabeça que às vezes maturidade é preciso. E eu não posso ser a pensante em tudo. Preciso também de lições, preciso também de diálogo.
Eu estou deploravelmente destruída por parte do coração. Eu preciso de alguma coisa que me faça sorrir novamente, além de você. Você é o que eu preciso, mas também preciso de mais. Não sei dizer certamente o que é, só sei que preciso.
sem mais;

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Aquela brincadeirinha

Sabe aquela brincadeira de tampar com as mãos os olhos do outro pra ele adivinhar quem é... ?!
Pois é, hoje em dia quem faz isso ? ... eu.
Eu sinto falta. é tão legal, quando chega alguém e você diz mil nomes, trapaceia, sente o cheiro, vê se tem algum traço e mesmo assim você não sabe quem é. Você diz mil nomes, mil comparações, a pessoa faz diversas vozes e você nem imagina quem seja.
Eu gosto dessas brincadeirinhas...